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quinta-feira, 6 de junho de 2019
Certificação dos Madeireiros
Ter uma floresta implica algum saber. Não é só esperar que as árvores estejam crescidas para depois as cortar. É como ser dono de um animal. Para a manter saudável, há que limpar o terreno, mondá-las regularmente para manter uma distância adequada ao seu porte e sem significativo risco incêndio e, do mesmo modo que para um animal, que necessita de veterinários e de enfermeiros veterinários, a floresta carece de gente com formação - de engenheiros florestais a madeireiros que mereçam esse nome.
É urgente a certificação de quem se diz ”madeireiro”, para evitar que a ignorância dos “básicos”, faça uma exploração gananciosa, deixando ramagens a entupir os caminhos e as linhas de água, facilitando a propagação de infestantes - como as “austrálias” - Acacia melanoxylon- e impedindo a autorregeneração.
Já passámos a fase em que qualquer um, com um motocultivador com reboque e duas motosserras se mete floresta adentro arvorado em lenhador. É necessário garantir que, quem lá trabalha tem conhecimentos, recursos e responsabilidades.
O que se gasta a apagar incêndios, justifica este investimento, para que não seja o fogo a fazer a limpeza e o dinheiro arrecadado por quem o tenta confinar.
segunda-feira, 13 de maio de 2019
Metrosideros
Fui tomar um café a Vila Praia de Ancora e, no regresso a casa, parei para fotografar os metrosideros em flor da marginal.
Conheço-os vai para trinta anos, quando decidi usá-los para sebe em minha casa. Agora, admiro-os ainda mais, pois tenho-os visto, já bem crescidos, a adornar muitos dos lugares públicos, principalmente se situados à beira-mar, diariamente à mercê dos ventos e da água salgada, sem grandes sinais de sofrimento.
Hoje, um belo exemplar recebeu-me à porta do Camipão, a fazer lembrar os do Passeio Alegre, no Porto, classificados como de "Interesse Público".
Têm folha perene, crescem até 25 metros e são originários da Nova Zelândia: Aí, florescem em finais de Dezembro e assumem o papel de árvore de Natal.
São da família das nossas murtas, que têm menor porte (não mais de 5 metros), também elas resistentes, principalmente a temperaturas altas e a verões secos e que são senhoras de uma fragrância usada em perfumaria, medicina tradicional e até como condimento. Os gregos e os romanos usavam-na nas grinaldas, para adornar as noivas.
Por muito que me custe, pertencem à família das Myrtaceae, onde também estão os eucaliptos, … esses ranhosos....! Mas ninguém tem culpa da família que lhe coube em sorte! É a vida! ...
Conheço-os vai para trinta anos, quando decidi usá-los para sebe em minha casa. Agora, admiro-os ainda mais, pois tenho-os visto, já bem crescidos, a adornar muitos dos lugares públicos, principalmente se situados à beira-mar, diariamente à mercê dos ventos e da água salgada, sem grandes sinais de sofrimento.
Hoje, um belo exemplar recebeu-me à porta do Camipão, a fazer lembrar os do Passeio Alegre, no Porto, classificados como de "Interesse Público".
Têm folha perene, crescem até 25 metros e são originários da Nova Zelândia: Aí, florescem em finais de Dezembro e assumem o papel de árvore de Natal.
São da família das nossas murtas, que têm menor porte (não mais de 5 metros), também elas resistentes, principalmente a temperaturas altas e a verões secos e que são senhoras de uma fragrância usada em perfumaria, medicina tradicional e até como condimento. Os gregos e os romanos usavam-na nas grinaldas, para adornar as noivas.
Por muito que me custe, pertencem à família das Myrtaceae, onde também estão os eucaliptos, … esses ranhosos....! Mas ninguém tem culpa da família que lhe coube em sorte! É a vida! ...
terça-feira, 17 de abril de 2018
Abate de árvores no jardim D. Fernando
Exmo Senhor Vereador do Ambiente e Biodiversidade,
Exmo Senhor Vereador do Planeamento e Gestão Urbanística
Exmo Senhor Vereador do Planeamento e Gestão Urbanística
Sou moradora na Praça General Barbosa há 9 anos. Comprámos uma casa antiga e restauramo-la porque sempre quisemos morar em frente a este jardim.
Quando soube que iam fazer uma remodelação no Jardim D. Fernando, confesso que fiquei preocupada. Achei que devia ir ver o projecto à Câmara mas o dia-a-dia meteu-se no meio, o tempo foi passando, e as obras começaram.
Sábado passado, dia 14 de Abril, quando saí de casa para o trabalho, pude assistir ao corte de um carvalho. Quando voltei, tinham sido cortadas e transformadas em toros mais quatro tílias e um carvalho. Um triste espectáculo com vários transeuntes a assistir.
Na minha opinião, uma vergonha. E uma tristeza gigante.
Eram árvores muito bonitas, saudáveis, com dezenas de anos, de espécies autóctones.
Quem já passeou pelo nosso monte de Sta Luzia consegue ver a infestação que por lá vai. Eucaliptos, mimosas e austrálias. Raramente se consegue ver mais alguma coisa. Uma bouça com alguns carvalhos é uma festa para os olhos.
E vocês abatem 4 tílias e 2 carvalhos?
No jardim do Marquês, no Porto, aquando das obras para fazer a estação de Metro, a autarquia viu-se obrigada, devido à pressão da sociedade civil, a transplantar para a praça Velasquez os plátanos que planeavam cortar. Ainda hoje lá estão.
Não teria sido possível fazer o mesmo? E alegrar um canto do monte de Santa Luzia, por exemplo?
Imagino que seja uma solução um bocado mais cara, mas acho que há acções que não têm preço. E além de salvar as árvores, este transplante teria uma vantagem ainda maior. Daria o exemplo aos nossos filhos de que as árvores são seres vivos que temos de proteger e respeitar. A consciência ambiental não se adquire apenas nas visitas escolares ao CMIA…
Numa altura em que falamos tanto da reflorestação e da importância da floresta autóctone, este abate foi um acto de uma incongruência que entristece. Porque significa que as coisas ainda estão muito no plano das ideias e das palavras. Andamos em acções de sensibilização a plantar carvalhos, mas se algum deles com 20, ou 30 ou 40 anos se mete no nosso caminho, puxamos da moto-serra e num instante temos o caminho desimpedido. Problema resolvido.
Esta carta tem como objectivo expiar um pouco a culpa que sinto por não ter ido ver o projecto a tempo. E por não ter falado na hora certa.
Espero que sirva também como alerta, para que, numa próxima ocasião, não se opte pela solução mais fácil. Para uma autarquia que se preza em ter uma postura diferente, esta foi uma oportunidade perdida.
Obrigada pelo tempo que me dispensaram.
A.G.
A.G.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Eucaliptos
Os eucaliptos são árvores de folha perene e de grande porte (podem atingir os 80 metros). São pouco exigentes no que respeita ao clima e à fertilidade do solo - toleram bem todos os tipos de solo, com excepção dos calcários. São resistentes a pragas e produzem madeira de alta qualidade.
Existem em todo o mundo cerca de 600 espécies diferentes. O Eucalyptus globulus, introduzido em Portugal em meados do século XIX, é a mais comum e economicamente importante. É originária da Tasmânia e Austrália, onde os bombeiros a apelidaram de árvore-gasolina
A sua principal utilização é na produção de madeira para pasta celulósica. As suas flores são procuradas pelas abelhas para produção de mel e as folhas possuem um óleo - cineol ou eucaliptol - a que se atribuem propriedades balsâmicas e antissépticas, pelo que muitos as usam em infusões, rebuçados, ou para inalação, contra bronquites e catarros.
Como a madeira tem múltiplos usos, durante o ciclo produtivo, podem ser feitos sucessivos cortes para diferentes propósitos. Com quatro ou cinco anos o insumo serve para produção de carvão, lenha e estacas. Entre oito e nove, para celulose e postes. Já ao final do desenvolvimento, dos 12 aos 15 anos, é indicado para serração e laminação.
O problema surge quando os proprietários de áreas vizinhas a florestas de eucaliptos se queixam dos prejuízos com os danos causados pelo sombreamento, queda de galhos e risco de incêndio e o direito de propriedade colide com os direitos de vizinhança, pois a propriedade deve ser usada de modo a permitir uma pacífica convivência social.
A lei prevê que os proprietários ou arrendatários cumpram distâncias mínimas e coimas até a solução da desconformidade.
O nº 2, do artigo 1366º do Código Civil, regula, de modo especial, a plantação ou sementeira de eucaliptos, acácias e outras árvores igualmente nocivas.
No artigo 1º do Decreto-lei nº 28039, de 14 de Setembro de 1937, afirma-se que é proibida a plantação ou sementeira das espécies arbóreas, acima referidas, a menos de 20 metros de terrenos cultivados e de 30 metros de nascentes, terras de cultura de regadio, muros e prédios urbanos.
O Decreto-Lei n.º 17/2009, de 14 de Janeiro, no nº 2 do Artigo 15º , refere:
“Os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos confinantes a edificações, designadamente habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos, são obrigados a proceder à gestão de combustível numa faixa de 50 metros à volta daquelas edificações ou instalações, medidos a partir da alvenaria exterior da edificação,....”
Se as medidas de gestão de combustível não forem cumpridas, tal facto deve ser comunicado à Câmara Municipal pelos interessados e “Em caso de incumprimento do disposto nos números anteriores, a Câmara Municipal notifica as entidades responsáveis pelos trabalhos.”
Os números seguintes do Artigo 15º explicitam os procedimentos a adoptar para que a gestão de combustível seja feita, mesmo que de forma coerciva.
Artigo 19.º Depósito de madeiras e de outros produtos inflamáveis. 1: - ... 2: - Durante o período crítico só é permitido empilhamento em carregadouro de produtos resultantes de corte ou extracção (estilha, rolaria, madeira, cortiça e resina) desde que seja salvaguardada uma área sem vegetação com 10 metros em redor e garantindo que nos restantes 40 metros a carga combustível é inferior ao estipulado no anexo do presente decreto-lei e que dele faz parte integrante.
Há estudos que permitem classificar a propensão para o incêndio nas florestas, de acordo com a seguinte ordem decrescente: florestas de pinheiros-bravos, florestas de eucaliptos, florestas de folha larga não especificada, florestas de coníferas não especificadas, montado de sobro, florestas de castanheiros, florestas de azinheiras e florestas de pinheiros-mansos;
O Vidoeiro ou Bétula (Betula pendula) é considerada a árvore-bombeiro! Quando o fogo entra no vidoal, normalmente arde por manchas e com chama muito curta, extinguindo-se.
A reforma florestal vai ser votada no próximo dia 19 de Julho.
sábado, 13 de agosto de 2016
A minha floresta
Palavra de honra! Houve tempo em que tive a fantasia de ser dono de uma floresta. Não de uma bouça no monte. De uma floresta com nunca menos de 500 hectares, com estradões largos que suportassem transito de máquinas pesadas, para remover o mato e as árvores destinadas à comercialização e para a manter saudável, mesmo em condições adversas.
O objectivo não era "uma floresta natural", até porque não conheço nada mais agressivo que a Natureza, sempre disposta em enfiar caruncho ou as mais diversas pragas em tudo o que o que é ser vivo, numa competição desenfreada para seleccionar os melhores e os que têm mais sorte.
Eu preocupar-me-ia em ter árvores saudáveis. Umas para pagar a manutenção, outras para passar às gerações vindouras, porque há muito que sei que para ter um carvalho com 5 séculos é necessário esperar 500 anos.
Procuraria o apoio técnico de uma Universidade para a gerir, quer na flora, quer na fauna, e candidatava-me a "fundos" internacionais, que garantissem parte dos custos.
Esta "minha floresta", estaria afastada mais de 250 metros de qualquer habitação e teria regras para quem a frequentasse, fosse trabalhador ou visita e, como nos países civilizados, teria proibição de entrada durante a "época de incêndio". Daria emprego a várias aldeias, quer para a sua manutenção quer com a utilização da sua madeira.
Com estas características, nunca se poderia situar em Portugal, porque aqui os "direitos" e "as conquistas de Abril", que andam na cabeça de meia dúzia de incultos que pensam que as benesses caem do céu, iriam imediatamente questionar o não poder lá ir fazer o pique-nique e levar o garrafão quando muito bem entendesse, o não poder deitar o lixo onde quisesse, porque ... Portugal "é do povo e não do Pires Veloso!" e ... " o povo é quem mais ordena", mesmo que não saiba nada do assunto e haja pareceres técnicos a indicar o contrário, pois é nesse nicho que crescem os "políticos de pacotilha", num "faça-se a ponte, que o rio logo aparece!" de promessas que sugiram um aliado com força e capacidade.
O norte da Europa ou o Canadá eram as opções e eucaliptos e austrálias, nunca! Teria Guardas Florestais "com a cabeça em cima dos ombros" e formação, para entenderem que o tempo das árvores é diferente do nosso e que elas nos olham e sentem as agressões com a tristeza de quem dá o seu melhor e acaba incompreendido e maltratado, só porque um Deus disse ao homem ocidental, que o fez à sua imagem e semelhança, lhe ordenou "crescei e multiplicai-vos!" e o incentivou a dominar sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre o gado, sobre toda a terra e sobre todo o réptil que se move sobre ela. Gênesis 1:26
terça-feira, 28 de julho de 2015
A Corymbia

-Pára! Pára!
-Que foi?
-Volta atrás, que eu quero ver aquela árvore!
-Onde?
-Na Sereia da Gelfa. Volta atrás que a Corymbia está em flor e eu quero vê-la de perto, outra vez. Não deve haver em Portugal outra tão linda como esta. Quem a vê o resto do ano toma-a por um eucalipto, com quem é aparentada. Esta floração é um espanto. Há outra de flor vermelha, lá atrás. Vamos vê-las, que este fogo não dura mais que duas semanas!
O nome correcto é Corymbia ficifolia. É natural da Austrália como os eucaliptos. É uma lotaria ter uma destas. Não florescem antes dos nove anos e não é possível garantir a cor da sua flor. Pode sair branca, rosa, púrpura, vermelha ou laranja, já que se pode cruzar com uma “prima” a Corymbia calophylla que tem flores brancas ou rosadas. Como não pega de estaca e tem de ser semeada há que esperar para ver.
-É o paraíso das abelhas. Vou dizer à Né para vir vê-la, que ela é doida por flores e, por certo, não conhece estas! Ou melhor! Vou esperar que ela venha aqui!sábado, 1 de setembro de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
Ladrões
Disse mal dos melros, dos gaios, dos estorninhos e dessa passarada que acorda cedo para, de bico em punho, dar cabo da fruta mal ela começa a pintar. Podei, tratei, limpei, esperei e, quando me preparava para provar, dou com ela no chão, a apodrecer.
Lembrei-me tarde do espantalho.
Lamento-me, e surpreendo-me a ouvir outros roubos aqui por perto. Àquela levaram-lhe as abóboras que cresciam no meio do milho, a outro as couves que tinha na veiga, mais além um campo de batatas numa noite de luar, e isto sem falar nas castanhas e nas nozes que já ninguém contabiliza.
Depois lembro-me de um teixo que me desapareceu, porque "as plantas roubadas pegam melhor!”
Grandes melros que aqui há!
terça-feira, 22 de junho de 2010
As austrálias

Vínhamos de uma visita à Estremadura Espanhola e entrámos por Miranda do Douro, para uma curta passagem pelo Douro Internacional, que alguém dizia não ficar nada atrás ao Parque de Monfrague em beleza natural.
- Vais ver! Vou-te levar ao monte do Carrascalinho, ao monte Durão e se houver tempo fazemos a calçada de Alpajares. Depois falas.
Falo agora.
O Parque Natural do Douro Internacional, classificado pelo Decreto-Lei nº 8/98, abrange a área em que o rio Douro constitui a fronteira entre Portugal e Espanha, bem como o rio Águeda, afluente do Douro.
É constituído por um extenso planalto, com altitudes que variam entre os 700 e os 800 metros, onde o Douro corre no meio de escarpas graníticas - as "arribas", a que se lhe segue, a sul, um vale mais aberto que se assemelha ao "Douro vinhateiro".
A flora é semelhante à de Monfrague e nele também vivem várias espécies de aves, mamíferos e répteis, únicos no país, alguns em risco de extinção.
Mas ao contrário de Monfrague, onde é visível um esforço em preservar aquele ecossistema, o ponto de observação do monte Durão está cheio de Mimosas e nas obras de construção civil de algumas aldeias no seu interior, continua-se a colocar alcatrão no pavimento das suas ruas e alumínio nas portas e janelas, o que não abona em favor dos autarcas e dos responsáveis pelo Parque.
Não fora isso, e eu punha-o acima de Monfrague.
- Vais ver! Vou-te levar ao monte do Carrascalinho, ao monte Durão e se houver tempo fazemos a calçada de Alpajares. Depois falas.
Falo agora.
O Parque Natural do Douro Internacional, classificado pelo Decreto-Lei nº 8/98, abrange a área em que o rio Douro constitui a fronteira entre Portugal e Espanha, bem como o rio Águeda, afluente do Douro.
É constituído por um extenso planalto, com altitudes que variam entre os 700 e os 800 metros, onde o Douro corre no meio de escarpas graníticas - as "arribas", a que se lhe segue, a sul, um vale mais aberto que se assemelha ao "Douro vinhateiro".
A flora é semelhante à de Monfrague e nele também vivem várias espécies de aves, mamíferos e répteis, únicos no país, alguns em risco de extinção.
Mas ao contrário de Monfrague, onde é visível um esforço em preservar aquele ecossistema, o ponto de observação do monte Durão está cheio de Mimosas e nas obras de construção civil de algumas aldeias no seu interior, continua-se a colocar alcatrão no pavimento das suas ruas e alumínio nas portas e janelas, o que não abona em favor dos autarcas e dos responsáveis pelo Parque.
Não fora isso, e eu punha-o acima de Monfrague.

As acácias (Acacia sp.), originárias da Austrália, são espécies exóticas infestantes, que depois de instaladas se autopropagam sem ajuda humana. De crescimento rápido e grande resistência, formam matas densas, que se sobrepõem às espécies autóctones, e resultam em desertos de vida selvagem. Para cúmulo tomam vantagem depois dos fogos. Como se vestem de amarelo na época de floração e dão “cor” aos montes, têm tido a aceitação daqueles que não lhes entendem a agressividade.
A Accacia dealbata, também conhecida por mimosa, é a espécie invasora mais agressiva em sistemas terrestres em Portugal. Foi introduzida pelos Serviços Florestais, no século XIX, com o objectivo de fixar areias e de estabilizar taludes, mas quando se observou o grave problema que representava, criou-se legislação (Decreto-Lei n.º 565/99) que proíbe o cultivo, criação, detenção, utilização como planta ornamental, cedência, compra, venda e o transporte deste espécime.
A Accacia dealbata, também conhecida por mimosa, é a espécie invasora mais agressiva em sistemas terrestres em Portugal. Foi introduzida pelos Serviços Florestais, no século XIX, com o objectivo de fixar areias e de estabilizar taludes, mas quando se observou o grave problema que representava, criou-se legislação (Decreto-Lei n.º 565/99) que proíbe o cultivo, criação, detenção, utilização como planta ornamental, cedência, compra, venda e o transporte deste espécime.
Ficámos por aqui!
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segunda-feira, 21 de junho de 2010
Eucalipto

Olho para os eucaliptos e vejo a incompetência da nossa “agricultura”, que solucionou assim a incapacidade de se modernizar.
Originário da Austrália e introduzido em Portugal por volta de 1830, é um monstro de crescimento rápido (ciclos de exploração de 12 anos), que não fomenta qualquer outra forma de vida, para além da do homem que vê nele “pasta de celulose” para papel.
Actualmente os eucaliptais cobrem largas faixas do território (740 mil hectares, ~23% da área florestada), de norte a sul, e ocupam muitos dos antigos terrenos agrícolas, pois o Estado só legislou cotas e áreas de permissão ao seu cultivo em finais da década de 1980.

Nestas férias, visitei o Parque Nacional de Monfragüe, na Extremadura Espanhola, perto de Cáceres, onde na década de 1970, se plantaram eucaliptos e pinheiros, com o fim de criar na região uma indústria de papel, e se arrasou o bosque mediterrânico.
Originário da Austrália e introduzido em Portugal por volta de 1830, é um monstro de crescimento rápido (ciclos de exploração de 12 anos), que não fomenta qualquer outra forma de vida, para além da do homem que vê nele “pasta de celulose” para papel.
Actualmente os eucaliptais cobrem largas faixas do território (740 mil hectares, ~23% da área florestada), de norte a sul, e ocupam muitos dos antigos terrenos agrícolas, pois o Estado só legislou cotas e áreas de permissão ao seu cultivo em finais da década de 1980.

Nestas férias, visitei o Parque Nacional de Monfragüe, na Extremadura Espanhola, perto de Cáceres, onde na década de 1970, se plantaram eucaliptos e pinheiros, com o fim de criar na região uma indústria de papel, e se arrasou o bosque mediterrânico.
Um homem (Jesús Garzón) liderou e venceu a batalha contra toda essa gente de vistas curtas (poder local, proprietários e políticos) e preservou o ecossistema deste trajecto do Tejo.
Foram arrancados os eucaliptos e replantadas as árvores autóctones. Em 1979 Monfragüe foi declarado Parque Natural e em 2007 Parque Nacional.
Foram arrancados os eucaliptos e replantadas as árvores autóctones. Em 1979 Monfragüe foi declarado Parque Natural e em 2007 Parque Nacional.

Os combates dessa guerra contra quem só pensa no dinheiro não devem ter sido fáceis, nem fácil deve ter sido a mobilização dos recursos necessários para o restabelecimento do bosque mediterrânico, já que foi necessário eliminar o eucaliptal com retro-escavadoras, remover galhos e raízes, repor as características originais do terreno e plantar oliveiras (Olea europaea), sobreiros (Quercus suber) e azinheiras (Quercus ilex), para além de medronheiros (Arbutus unedo), amendoeiras (Prunus dulcis), cerquinhos (Quercus faginea) e outros arbustos característicos.
O Parque tem uma superfície de 18.118 ha, e uma zona de protecção de 116.160 ha.
O Parque tem uma superfície de 18.118 ha, e uma zona de protecção de 116.160 ha.
São coisas como esta, que mostram a cultura de um povo, identificando o erro e corrigindo-o, quando a ignorância ou a má fé tomam conta dos órgãos de decisão.
sábado, 8 de agosto de 2009
Cedro do Incenso (Calocedrus decurrens).
Comprei-te porque te associei aos Reis Magos e admirei-te como uma jóia.
Mais tarde concluí que não foste tu que deste fortuna à Rainha do Sabá e quem mobilizou caravanas pelos desertos da Arábia para que os cultos do Egipto, Palestina e Roma presenteassem os seus deuses com a tua fragrância. Tu nesta altura andavas esquecido pelo oeste americano e só muito mais tarde foste incluído como resinosa para Incensos.

Não és a verdadeira árvore do incenso, uma Boswellia sacra, cuja resina chegou a ser mais preciosa que o ouro, mas também eu não sou o Rei Salomão a quem a dita rainha visitou para lhe ouvir a sabedoria e lhe levar um filho no ventre, por isso, estamos quites e aceitamo-nos mutuamente como dois plebeus.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Ginko Biloba
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Tu sabes porque estás aí. Sabes, porque te disse já o respeito que tenho por quem assume a sua função e não desiste nem se queixa.
É assim que te penso, depois de saber que és a mais velha árvore do mundo - “um autêntico fóssil vivo”, pois os teus pais já por cá andavam há 270 milhões de anos. Depois tens uma longevidade de mais de mil anos e resistes a tudo, quer à poluição, quer à bomba atómica, para além de há séculos te encontrares no top da Medicina Alternativa.
Encantaste-me há mais de 20 anos numa rua de Nova York e, de repente, apareces em todo lado.
Trouxe-te bem pequena, e temi por ti, por causa do gato gostar de afiar as unhas no teu tronco, mas aguentaste-te.
É assim que te penso, depois de saber que és a mais velha árvore do mundo - “um autêntico fóssil vivo”, pois os teus pais já por cá andavam há 270 milhões de anos. Depois tens uma longevidade de mais de mil anos e resistes a tudo, quer à poluição, quer à bomba atómica, para além de há séculos te encontrares no top da Medicina Alternativa.
Encantaste-me há mais de 20 anos numa rua de Nova York e, de repente, apareces em todo lado.
Trouxe-te bem pequena, e temi por ti, por causa do gato gostar de afiar as unhas no teu tronco, mas aguentaste-te.
Todos os dias te cumprimento, com um leve dobrar do tronco, para ter a certeza que a tua origem chinesa me entende, pois quero estar nas tuas graças, não vá necessitar das propriedades antioxidantes dos teus flavonoides para a minha microcirculação.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Quercus Palustris (Carvalho Americano)


- "A,B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M …. marido,... é isso… , o meu marido não tem paciência nenhuma! Nunca teve. E agora como está … A,B,C,D … doente também, ficamos para ali os dois, assim …
- “zangados?” Pergunto, completando a frase.
-“Isso! Ele não entende que eu troco ... assim, as coisas, por causa daquilo que tive!”
-"Oh dona Madalena! Olhe que poucos têm a sua vontade. A Sra. é uma heroína! Lembre-se que esteve sem conseguir falar e com o lado direito paralisado, duas ou três semanas e agora quem a vê andar na rua, nem o imagina. Só se nota um pouquinho na fala."
Mas, passados estes seis anos, ainda não se conformou. Era uma mulher activa, estudiosa e atenta, com ânsia de chegar rápido a tudo. Agora tropeça nos problemas da vida, nos dela e naqueles que os filhos lhe trazem porta adentro pela mão dos netos.
- Dr! Eu queria ... A,B,C,D,E,F,G,H,I,J,K,L,M,N,O,P,Q,R,S,T,U,V,X,Z ... ai meu Deus, como se diz? Eu queria ... espere aí, ... tenho aqui na carteira ... neste livrinho onde escrevo as mais difíceis ..., ah! está aqui! ... Prenda de Natal! Oh! Dr.!, eu queria dar-lhe ... uma prenda no Natal, ... é isso! Mas não sei o quê!", acaba por fim por dizer, com ar de necessidade.
- Oh! Dona Madalena, não seja por isso! Diga à sua filha, que eu passo no Horto e levo um carvalho americano (Quercus Palustris) em seu nome.
Vive agora no fim do jardim, a dar sombra ao Verão e cor ao Outono
domingo, 24 de maio de 2009
Choupo
Só tens tamanho, pá! Com pouco mais de 15 anos, já és a árvore mais alta do jardim.
Quando chegaste, eras um pau sem folhas com 4 metros de altura, e agora, deves ir nos 15 ou coisa que o valha. Não fui eu que te trouxe para aqui, porque já sabia que tinhas sede de diabético, mas havia gente nesta casa que te queria, e fui obrigado a aceitar-te, mais aos teus 3 irmãos. Felizmente que o vento os levou, quando ainda estavam mal agarrados ao chão, porque senão, lá tinha eu, mais uma vez, de fazer de mau. Mas apesar disto, tenho sido teu amigo, e trato-te igual às demais.
Mas confesso que te tenho medo. Essa tua mania de crescer depressa ainda vai acabar mal, se dás cabo da rede ou rebentas com o muro. E não penses que vais para cabo de vassoura, fósforos, colher de pau ou contraplacado. Vais directo para a lareira, que é um mimo!
Mas confesso que te tenho medo. Essa tua mania de crescer depressa ainda vai acabar mal, se dás cabo da rede ou rebentas com o muro. E não penses que vais para cabo de vassoura, fósforos, colher de pau ou contraplacado. Vais directo para a lareira, que é um mimo!
Olha! Desculpa ser tão directo, mas eu não acredito que chegues a velho! Cuida-te, e vive um dia de cada vez!
Populus nigra 'Italica'. Selecionado na Lombardia (Itália) no século XVII e por isso também chamado – Choupo da Lombardia.
Outro nome para os Choupos: Álamos
Outro nome para os Choupos: Álamos
sábado, 23 de maio de 2009
Acer
Acer palmatum disectum purpurea
És um vaidoso!
Quando para aqui vieste não eras nada, e sabes bem, que se estás assim, forte e saudável, muito mo deves, pois com o ar com que chegaste, não aguentavas dois Invernos.
Agora apareces majestoso à porta a receber quem entra, e a espantá-los com o teu fulgor, mas não te esqueças do trabalho que deste. Lembras-te do Troll, a esgravatar o chão até o sangue sair das tuas raízes, para dormir debaixo da tua escassa ramagem? Até fungos tiveste. Lembras-te?
Eu sei das tuas nobres origens orientais, da muita educação dos teus pais, e que até tens um primo com fotografia na bandeira do Canadá , mas mesmo assim aguenta-te que eu sei bem o que passei por ti.
Mas não precisas de agradecer. Cumpre o que tens a fazer, que bem pouco é, já que nem para ninho de pássaros serves naquele local tão exposto, nem de ti espero fruto aproveitável.
Deixa-te estar aí nessas vestes cardinalícias, à espera de quem chega, que eu finjo que vou na conversa do jardineiro, que te julga pela aparência e te põe nos píncaros, porque só está contigo uma vez por mês.
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Cryptomeria japónica, o cedro do Japão
Confesso a culpa mas, quando tudo começou, os meus problemas eram outros e tinha a pressa de ver um início a qualquer preço.
Se soubesse que vinhas, tinha-te feito a cama mais larga e não um dossel de rainha de margens limitadas, no meio daquele saibro que mandei pôr no fim do terreno para resolver de uma assentada o entulho e o declive para um caminho por ali.
Só depois te decidi namorar. Não tinhas mais de dois palmos quando te encontrei no Horto. Diziam que te descarnavas por baixo, mas eu estava seduzido pelo teu bronzeado de Inverno e pelas três copas com que te vestias.
Na cova que te fiz pus tudo o que (pensava) irias necessitar para viver sem restrições. Depois vi-te viçosa a animar-me por te ver dona daquela esquina.
Agora desististe, vestiste ramos secos e obrigas-me a cuidados para te tirar essa expressão de gueixa macambúzia.
Sempre te pensei a furar por ali abaixo à procura de soluções, mas entristeceste o chão à tua volta com o castanho das tuas folhas, para gáudio dos vis eucaliptos que te circundam, por fora da nossa casa.
Talvez, um dia, te diga Saionara -“já que tem de ser assim”, porque sei que entendes melhor a tua língua-, e ficar com a dor da tua ausência, ou então ganhar de novo alento, decidir que é ali o teu lugar, e voltar ao princípio de um amor novo com todas as dores e desassossegos.
Ser velho é "não ter paciência para a trabalheira da sedução" e eu, sou ainda rapaz novo.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
O Teixo

O teixo é das árvores que mais me surpreendeu, quando aos 40 anos as decidi conhecer.
Tem um crescimento lento e grande longevidade. A sua madeira é resistente, flexível, bastante dura, avermelhada ou castanha, e de boa qualidade. É utilizada no fabrico de peças de mobiliário, em torneados, esculturas e embutidos, e as suas raízes servem para fazer os arcos de violino; é também apreciada por imitar o ébano quando tingida de preto.
Como suporta bem a poda pode ser usado em sebes e ornamentação. É resistente à poluição urbana.
Com excepção dos frutos, todas as partes verdes do teixo possuem um alcalóide tóxico, que o torna perigoso, tanto para os animais como para os homens.
Já os Celtas e os Germânicos antigos conheciam o veneno do teixo, que tinha um papel importante na mitologia dessas civilizações. Para a caça, envenenavam as flechas com suco de teixo, e as suas folhas eram usadas para homicídio e suicídio.
Em Inglaterra a sua presença é comum nos adros das Igrejas, onde algumas destas árvores têm mais de 3 metros de diâmetro e mais de 3.000 anos de idade, sendo por isso mais antigas que as igrejas que lhes estão ao pé. É provável que os teixos tenham uma associação com lugares sagrados pagãos, que a Igreja Cristã adoptou, construindo aí as suas igrejas.
Pensa-se que foram plantadas como símbolo da longa vida das árvores ou árvores da morte. Outra explicação é a de que foram aí plantadas para desencorajar os agricultores e os criadores de gado a deixarem os seus animais devassarem as campas dos mortos, pelo veneno da sua folhagem.
O teixo tem uma forte conotação ao País de Gales em Inglaterra, devido aos seus arqueiros dos séculos VIV e XV, que usavam o teixo para a construção dos seus arcos.
Era usada a parte externa do tronco que engloba o cerne e o carnaz, para aproveitar as propriedades elásticas do carnaz e a resistência à compressão do cerne, e dar a força ao arco sem o deformar. O arco tinha a altura de uma pessoa e uma secção em forma de D, com o carnaz na sua face externa. Era suposto que um arqueiro lançasse pelo menos 10 flechas por minuto a uma distância de 150 a 200 metros, embora os mais experientes lançassem 20. Numa batalha um arqueiro era fornecido com 60 a 70 flechas o que dava para 6 minutos de actividade extenuante. A chuva de flechas que atiravam sobre o exército inimigo, funcionava como uma metralhadora. O arco só foi substituído pelas armas de fogo no século XVI, pois estas não só tinham maior poder de penetração como exigiam menor preparação para as manejar.
O Citostático Paclitaxel (Taxol®) descoberto em 1971, é extraído das folhas do Teixo – Taxus Baccata, embora inicialmente o fosse da casca do Teixo do pacífico (Taxus brevifolia)
É usado no tratamento do cancro do ovário, mama.
Na minha cidade encontrei estes dois. - Umas crianças.
Lá ao fundo, no meu jardim, este esforça-se por um lugar ao sol e pelo seu direito aos 3.000 anos.
segunda-feira, 11 de agosto de 2008
Cedro do Líbano

Temos o hábito de chamar "cedro" às coníferas que não identificamos como pinheiros.
Deste modo ignoramos os Abetos, as Tuias, os Chamaecyparis, os Cupressus, as Criptomérias, os Juniperos, os Calocedrus, … e os próprios cedros quando adultos são chamados de ... “pinheiros”.
Tenho uma preferência pelo Cedro do Líbano, por ser uma árvore imponente quando adulta e pela sua história.
Originário da Ásia Menor (Síria, Líbano, Turquia) a sua madeira foi intensamente utilizada na construção civil e naval por egípcios, fenícios e romanos que devastaram florestas com árvores milenares.
Dizem que foi com a sua madeira que se fez a arca de Noé, o templo de Salomão e a cruz onde Cristo foi crucificado. Os egípcios usavam o seu óleo para mumificar os corpos.
Deste modo ignoramos os Abetos, as Tuias, os Chamaecyparis, os Cupressus, as Criptomérias, os Juniperos, os Calocedrus, … e os próprios cedros quando adultos são chamados de ... “pinheiros”.
Tenho uma preferência pelo Cedro do Líbano, por ser uma árvore imponente quando adulta e pela sua história.
Originário da Ásia Menor (Síria, Líbano, Turquia) a sua madeira foi intensamente utilizada na construção civil e naval por egípcios, fenícios e romanos que devastaram florestas com árvores milenares.
Dizem que foi com a sua madeira que se fez a arca de Noé, o templo de Salomão e a cruz onde Cristo foi crucificado. Os egípcios usavam o seu óleo para mumificar os corpos.
É o símbolo nacional do Líbano, e é ostentado na sua bandeira nacional.
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Árvores
Raramente encontro um citadino que saiba diferençar as principais árvores da sua cidade - plátanos, carvalhos, tílias, choupos, áceres, amieiros, bétulas, olaias, liquidambares, tuías, cedros, ciprestes ... , para não falar das menos comuns como as amoreiras, as agreiras, as sequóias ou as Ginko Biloba.
Esta ignorância leva a que grande parte da população as desrespeite e só lhes sinta a falta quando as perde.
Os serviços camarários não as promovem e muitas vezes até as agridem para defesa de valores bem menores.
Nalgumas espécies, uma árvore só atinge a maturidade com várias centenas de anos.
Esta ignorância leva a que grande parte da população as desrespeite e só lhes sinta a falta quando as perde.
Os serviços camarários não as promovem e muitas vezes até as agridem para defesa de valores bem menores.
Nalgumas espécies, uma árvore só atinge a maturidade com várias centenas de anos.
Há ainda no nosso planeta Teixos e Oliveiras com 2.000 anos e Sequóias com 2.200, mas o nosso ciclo de vida só nos permite assistir a parte significativa da vida das árvores que se nos assemelham em longevidade como os Choupos (100 anos) e os Pinheiros bravos (200 anos).
Felizmente que há uns carolas que vão anotando este nosso património: http://arvoresdeportugal.free.fr/IndexArborium/index0arborium.htm ,
http://arvoresleiria.blogspot.com/ ou http://dias-com-arvores.blogspot.com/.
Felizmente que há uns carolas que vão anotando este nosso património: http://arvoresdeportugal.free.fr/IndexArborium/index0arborium.htm ,
http://arvoresleiria.blogspot.com/ ou http://dias-com-arvores.blogspot.com/.
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