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sábado, 17 de agosto de 2019

Game of Thrones



- O amor é mais poderoso que a razão.
- O amor é a morte do dever!
- Às vezes, o dever é a morte do amor!
...
O que une as pessoas? Exércitos? Ouro? Bandeiras?  Não! … Histórias! Não há nada mais poderoso no mundo que uma boa história! Ninguém a pode parar. Nenhum inimigo a pode derrotar.
...

In Game of Thrones (2011) S08E06

Uma série de muitas horas e de muitos conceitos úteis, principalmente veiculados pelo meu personagem preferido -  o "wimp" Tyrion Lannister (Peter Hayden Dinklage)

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Boa vizinhança



Passamos pela vida e o que deixamos rapidamente se desfaz no pó dos dias. O espavento não garante  persistência, pois é no recato que nos encontramos e partimos para a construção de uma pequena marca que fique para além de nós.
A Regina vivia no extremo da aldeia, lá em baixo, onde a rua começa. Enquanto o marido se entretinha com o jardim, qual dama de oitocentos, deu azo à imaginação tecendo as horas com as linhas e as rendas das caixas de recordações.
Fez deles quadros e uma exposição no Museu Soares dos Reis.





sábado, 29 de agosto de 2015

Música ao Entardecer


Sexta-feira, 28 de Agosto de 2015 / 19 horas
Auditório "Dois mares" / Afife

Luís Pipa 
Melancolia
Franz Schubert 
Marcha Militar op.51, nº1 para piano a 4 mãos
João Araújo / Vera Fonte
Winton Guess
If you were here
Vera Fonte
Maurice Ravel
Alborade del Gracioso
João Araújo
Ludwig van Beethoven
Variações sobre um tema do conde de Waldstein para pianao a 4 mãos
Luís Pipa / Vera Fonte

E encontrou-se quem, há tempo, se não via. 
Obrigado Luís

domingo, 23 de agosto de 2015

Troféus dos Pobres


Música de Mário Rocha, arranjo meu.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Escritório


Escritório de Pousar - Cochim, último quartel do século XVI. Ébano, teca, marfim e ferro.

Escritório: (do latim scriptorium)
1: Móvel fechado, com divisões no seu interior para guardar papéis e, às vezes, com um tabuleiro sobre o qual se escreve.
2: Móvel de madeira, frequentemente com embutidos de marfim, madrepérola ou outros adornos, e com gavetas pequenas para guardar jóias.
3: Sala ou salas em que exercem actividades profissionais homens de negócios, empregados de uma empresa ou de um departamento administrativo.

sábado, 25 de janeiro de 2014

África espiritual


O mundo espiritual dos “africanos” (se se pode usar a palavra de modo tão simplificado) é rico e complexo, e a sua vida interior é permeada por uma profunda religiosidade. Eles acreditam na coexistência de três diferentes mundos que se relacionam intimamente.
O primeiro é aquele que nos envolve, a realidade visível e palpável composta pelos seres vivos, os animais e as plantas, e pelos inanimados, as pedras, a água, o ar. O segundo é o mundo dos ancestrais, dos que já morreram, mas que não o fizeram completamente, pois no sentido metafísico, continuam a existir e até são capazes de participar na nossa vida, influenciando-a e modelando-a. É pois muito importante manter boas relações com eles, se se quer ter uma vida sem percalços, ou até manter a própria vida. O terceiro mundo é o enorme reino dos espíritos – espíritos que existem independentemente, ao mesmo tempo que estão presentes em cada ser vivo, em cada objecto, em tudo e em toda a parte.
Por cima de todos estes três mundos está o Ser Supremo, Deus.
Ryszard Kapuscinski in "The shadow of the sun"


A máscara é um disfarce para a incorporação dos espíritos e a possibilidade de adquirir forças mágicas

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Bonecas



Desde a antiguidade mais remota que as bonecas nos servem, nos rituais magico-religiosos e como brinquedos.
Inspiram as meninas para a maternidade, ensinam-lhes um modo de estar, vivem-lhes as angústias, sofrem com elas e morrem esquecidas a um canto, quando perdem utilidade.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Paulo Cardoso

Paulo Cardoso nasceu em Lisboa em 1953, oriundo de uma família de músicos e artistas plásticos. Diz ter estudado Química e frequentado o Conservatório Nacional e a Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa.
Considera-se Astrólogo, pintor e ensaísta (publicou pelo menos 30 livros).

Há 12 anos que não dá consultas porque “vivia demasiado o que via nelas”. Agora faz cursos e workshops sobre Astrologia e Tarot. 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Arte Africana

Gravar em Madeira é uma arte, mas também um passatempo, um modo de deixar uma marca que lembre um facto, uma ideia, um valor. Em criança guardei, durante anos, uma fiada de pequenas cestas feitas de caroços de cerejas, registo da paciência do canivete de um pastor.
Agora, poucos fazem arte com madeira, mas nas casas e conventos, por esse Portugal afora, dormem peças de Shonas e Macondes, da África sub saahariana, trazidas por “retornados” e frades das Missões, sem identificação dos seus artistas e da importância da sua arte.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Nkisi Nkondi



Os Bakongos são um grupo étnico banto, que  vive no sudoeste do Zaire e Norte de Angola. Em algumas das suas aldeias um “religioso” com funções de curandeiro e perito legal, cuidava das necessidades físicas e espirituais dos aldeões com a assistência de uma imagem poderosa – o nkisi nkondi.

Estas esculturas eram usadas para uma grande variedade de fins. Para proteger a aldeia, para provar culpa ou inocência, para curar doentes, para pôr fim a catástrofes, para vingança e para resolver disputas legais.

Geralmente esculpidos com forma humana, eram objectos sagrados que continham um espírito poderoso. Este poder sobrenatural derivava de substâncias medicinais na cavidade escavada na cabeça ou no estômago da figura, que atraíam o espírito, que por sua vez actuava de acordo com os desejos do seu proprietário.

Quando um problema era resolvido era colocado um novo objecto pontiagudo no Nkisi Nkondi.

domingo, 28 de outubro de 2012

Arte Dogon

O Mali tem ~13 milhões de habitantes e metade vive com menos de 1€ por dia. Do século XIV ao XVII, Timbuktu foi um centro de cultura da África Ocidental.

No planalto central, nas escarpas das montanhas Homburi, perto de Timbuktu, vive a tribo dos Dogon, que há mais de mil anos, fugiu do Egipto e aí procurou segurança, por recusar colectivamente a conversão ao Islão.
São animistas e a sua arte, que de algum modo lembra a arte egípcia, influenciou fortemente a arte contemporânea europeia.
Agora, vêm-se de novo ocupados por radicais islâmicos.

domingo, 9 de setembro de 2012

Noé Dinis









Quem ontem me tivesse seguido os passos, ver-me-ia em Famalicão numa visita a obras do arquitecto Noé Dinis naquela cidade: o Parque da Cidade e o Edifício das Lameiras.
O Parque, que irá ser inaugurado a 28 de Setembro, é uma obra com 320 mil metros quadrados de área verde com um conjunto de equipamentos culturais de lazer.
O Edifício das Lameiras é um quarteirão de 290 habitações sociais, 30 lojas comerciais - um “Espaço Social, Desportivo e Cultural”. A sua construção iniciou-se em 1978, e começou a ser habitado em 1983. A Associação de Moradores formada em 1984, mudou-lhe a imagem e criou creche, jardim-de-infância, ATL, centro de dia, apoio domiciliário e lar de idosos. Uma aldeia dentro da cidade para as cerca de 1600 pessoas que ali moram.
Noé explica as dificuldades. Coisas da arquitectura que passam ao lado da maior parte de nós. A gestão das inúmeras variáveis para que as obras cumpram as funções e permitam a evolução dos seus utilizadores.
No restauro da minha casa preservou os fantasmas e ensinou outro modo de viver. Ali, lutou por aproximar as pessoas, facilitando-lhes a vida e a saúde, sem elitismos e num respeito profundo pelo que podem e devem ser os espaços públicos.
Vale a visita.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Manuel Seita

Manuel Seita (1970 - ...)




















A memória de uma viagem e do artista "in loco" - Almodôvar
Nasceu em Vila Verde de Ficalho. Expõe desde 1993.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Regina TS



Regina não tem nome na praça. É uma mulher sensível, que em muitos dos seus espaços de lazer, pacientemente brincou com as linhas para construir este quadro.
Lindo porque o é. Mais ainda por ser lembrança diária ao lado de uma lareira.

domingo, 27 de novembro de 2011

Luísa Gonçalves






LUÍSA GONÇALVES (Porto, 1949)
Formada em Escultura pela Escola Superior de Belas-Artes do Porto, foi professora na Escola Secundária Soares dos Reis Especializada de Ensino Artístico. Directora do Departamento de Cursos da Árvore, Cooperativa de Actividades Artísticas, C.R.L., Porto.
Autora e co-autora de programas a nível nacional para o Ensino Secundário Artístico. Especialista dos Cursos Tecnológicos de Ofícios Artísticos do Ensino Secundário Artístico.
Realizou trabalho como cenógrafa para o teatro e participou em vários concertos com intervenção visual em obras do compositor Cândido Lima, sendo o último na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa.
Desde 1992 tem colaborado com a Universidade Aberta como autora de videogramas e co-autora do manual da disciplina de Tecnologia dos Ofícios Artísticos, da licenciatura em Artes Plásticas.
Expõe individualmente desde 1979 tem participado em exposições de grupo desde 1971. Tem desenvolvido trabalho de cenografia e videografia e colaborado com músicos em concertos audio/visuais.
Prémios. 1970 – Prémio de Desenho “Escultor Teixeira Lopes”; 1971 – Prémio de Escultura do Ateneu Comercial do Porto; 1993 – Prémio de Aquisição na Exposição Colectiva de Sócios da Árvore.


Este trípico está baseado na rede da estrutura de uma casca de árvore.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Góis Pino





Carlos Manuel Góis Pino, nasceu em Lubango (Sá da Bandeira até 1975) - Angola, em 1968.
Pintor autodidacta, influenciado pelo Mestre Fernando Gonçalves. Reside na Póvoa de Varzim!

Realizou exposições em Portugal e Espanha. Está representado em várias colecções no país e no estrangeiro, nomeadamente no Brasil e em Angola.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Tapeçarias de Portalegre



Este tríptico de 3 x (522 x 270) cm, efectuado em 1989 por Júlio Pomar, está no átrio da sede da CGD em Lisboa. Tem o nome de Tropel.

As Tapeçarias de Portalegre, reproduziram partes desta obra para tapeçaria, numa tentação de muitos mil euros!

No meu local de trabalho há uma de Guilherme Camarinha, que está desvalorizada por não encontrar parede que lhe dê relevo. Inicialmente colocada no Bar do Pessoal, cedo foi usada para encosto de cabeças pouco atentas. Depois de um alerta, foi para a administração, que ao fim de uns anos a enviou para
o atendimento ao público, onde mal se vê.
Na cidade, conheço outra. É de Almada Negreiros, e está na Pousada de Sta Luzia com honras de Sala de Estar, mas não me admiro que haja muitas, nas salas do Tribunal e em outros edifícios públicos.
Ignoro se persiste a política de atribuir para arte, uma percentagem (1%) do custo de construção dos novos edifícios, com o que os governos animavam activamente a criação da arte pública.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Agostinho Moreira














Agostinho Moreira, escultor em Madeira e Mármore, nasceu na Cidade de Lagoa Formosa (Estado de Minas Gerais - Brasil) em 1960.

Sabia que dentro das pedras, estavam rostos de mulher e alguns pássaros e por isso veio para a terra do mármore, quando aos olhos lhe subia o sangue do coração.

Depois, farto de tanta fome, voltou ao berço e perdeu-se no matagal, deixando por aqui um pouco da sua memória.

Há 2 anos, a mão de um amigo levou-me ao seu atelier, de onde trouxe estas 3 meninas e deixei lá este pássaro abandonado.