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segunda-feira, 15 de julho de 2019

Campeões do Mundo


De um jogo que se joga em Portugal, em duas províncias de Espanha, em meia dúzia de vilas de dois outros países e nuns bairros de outros tantos.

Seja como for:
PARABÉNS!!!!!

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Alimentação hospitalar



A gastronomia hospitalar é reconhecida como um importante recurso terapêutico.
Antigamente, as refeições eram chamadas de dietas: com pouco sal, sem gordura e tempero. Esta imagem negativa da área de nutrição hospitalar está a tornar-se cada vez menos frequente. Não existe mais aquela restrição do paciente comer canja de galinha todos os dias. Os cardápios são variados, para que o cliente saia satisfeito com o tratamento e atendimento. 
Está-se a incorporar o conceito de hotelaria na área hospitalar, o que faz com que aquela ideia de ambiente com cheiro de remédio e comida sem gosto, seja completamente distorcida.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Constrangimentos


A Prudência é uma virtude e saber que nem todas as palavras são para todos os ouvidos, é mandamento para a sã convivência, até porque quem diz o que quer, arrisca-se a ouvir o que não quer!
Mas ... "quem sai aos seus, não é de Genebra!" e, na minha família, provocar o insólito para uma boa gargalhada, é um "must". São histórias contadas sem desprimor para as vítimas inocentes, para que estejamos atentos às rasteiras e, se há hesitações, o mais certo é o do lado as exagerar, até atingirem a dimensão do "muito impossível", para que o óbvio apareça e tudo se esclareça.


Mas o que funciona dentro de portas, tem constrangimentos no exterior, e nem sempre a coisa corre bem.

A primeira história é do meu pai.
Estávamos na década de 50, quando as deslocações eram raras e se construía o Metropolitano de Lisboa. Daí que, uma ida à capital do Império, obrigava a notícias, e as obras do Metro não podiam ser descuradas.
Na altura, ele chefiava a Brigada do Sul do Serviço de Fomento Mineiro, sediada em Beja. Num "briefing" do regresso de uma dessas viagens, um dos engenheiros mais novos, perguntou-lhe se vira obras no Terreiro do Paço, ao que o meu pai, alheado do assunto, respondeu a primeira patranha que lhe passou pela cabeça, na esperança que uma risada de incredulidade, que “elevasse o moral das tropas” para o início de um dia de trabalho: "- Nem queira saber o que por lá anda! Olhe que vão abrir uma passagem do Metro na barriga do cavalo do D. José!".
O homem acreditou e indignou-se. "Que não era possível destruir um monumento com quase 300 anos! … A primeira estátua equestre de Portugal! ...", e por aí fora …, até lhe ser dito que era uma graça, e ele ficar amuado para a vida, com o estigma daquela chacota!

A segunda história é minha:
Eu era ainda novo no local de trabalho. O gelo inicial tinha já sido quebrado e conseguira a condescendência de muitos dos profissionais do serviço para algumas das minhas “particularidades”, pelo que não resistia a subir um patamar na escala da tolerância, na procura do “absoluto”, frequentemente sem olhar ao histórico do interlocutor.
Nesse dia, fui abordado por uma enfermeira (das mais sérias) que me pediu para lhe observar um ouvido. Tinha uma otalgia com horas de evolução. 
Fomos para a sala de trabalho. Com o otoscópio, conclui não ter otite. Voltei ao ouvido doloroso e disse-lhe: - Parece-me estar tudo bem, mas vai ter de tapar o outro ouvido, porque está a entrar muita luz desse lado!
Disse-o, sem ter pensado que tal significava que ela não teria nada dentro da cabeça e na esperança de que ela o não fizesse. Mas ela fê-lo, deixando-me na difícil posição de ter de dar um passo que revertesse aquele constrangimento. À boa maneira “lá de casa”, em que a fuga é para a frente, fui ao outro lado repetir a cena, e ela voltou a tapar o ouvido contralateral.
Em desespero, chamei-a à razão. Felizmente só estávamos os dois, mas só voltei a conquistar-lhe a confiança um bom par de anos depois.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Mas ...


Ambos e dois eram orfes.
E o pai, era accionista da companhia dos forfes.

domingo, 13 de agosto de 2017

Cruela DeVil



Abriu a porta, levantou a cabeça e mediu o palco. Hoje, qual Glenn Closeencarnava Cruela DeVil.
- Dr.! Não pode ser! A sua decisão fez adiar uma reunião im-por-tan-tí-ssi-ma! Veio gente de fora, que teve de ir embora! Não pode ser!
O visado, sentiu o gelo daquela voz de aranha arrepiar-lhe a pele e, qual dálmata encurralado numa viscosa teia, titubeou, a medo, uma desculpa, que rápido despertou um sorriso nos grossos lábios da malévola.

Era uma artista que se perdera naquela profissão. Tinha a “dramatização” nas veias e, se identificava ineficiências, não desperdiçava a oportunidade para se agigantar, na procura da importância que não tinha. O seu papel preferido era o de Iago, por salas e corredores, chilreando historietas confabuladas, na ilusão de, um dia, o mundo girar em seu redor.

Roger Dearly repetiu desculpas e o escasso público suspendeu a respiração ao sentir que a catarse daquela "Cruela de mão na anca", salpicava de fel as paredes da pequena sala.
Temeu-se que o drama terminasse em tragédia. Mas seguiu-se um silêncio e, do nada, cresceu uma música, e a maior vilã do mundo animado, não encontrando nem Jasper nem Horácio disponíveis, levantou o mento, meteu na boca a cigarrilha, virou costas e desapareceu no corredor, numa nuvem dardejante de coriscos!.

Uffff!!!!!!

Cruella Devil, Cruella Devil,
A coisa mais rara é vê-la gentil,
Ao vê-la sinto logo um arrepio
Cruella, Cruella Devil

Ao vê-la você pensa que é o diabo
O diabo disfarçado de mulher
Você vai confirmar, pois ela vai mostrar
Que ataca como um animal qualquer

É uma vampira querendo sugar
Deviam prendê-la e nunca soltar
O mundo era bonito até que viu
Cruella... Cruella Devil

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

A Roulote-Bar



Na sequência das alterações recentes que desviam doentes para as traseiras do hospital, e na impossibilidade de espaço para um Bar coberto, ir-se-à abrir em breve um concurso para uma Roulote-Bar, que tem por fim servir os inúmeros doentes que diariamente para ali são referenciados para colher análises, para tratamentos em Fisiatria e para as consultas para ali deslocalizadas.

Foi decido cativar dois lugares do parque de estacionamento dos funcionários, para que a Roulote-Bar possa suprir esta crescente necessidade. No inverno, será colocada uma mesa encostada ao vidro exterior do corredor onde se situa a porta da Central de Colheitas e, no verão, será permitida uma pequena esplanada nas imediações.
Esta modernidade, juntamente com o "vai-vem" eléctrico, irá, por certo, contribuir para a humanização e eficiência do nosso hospital.

Bem haja quem assim decide!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

O Transfer


De acordo com as normas europeias para com as pessoas com mobilidade reduzida, estamos em vias de nos equipar com um pequeno "Vai-vem" eléctrico de cinco pessoas, para transportar os muitos doentes crónicos, da Entrada do Hospital para a Central de Colheitas, que recentemente foi colocada no outro extremo do edifício.
Resolve-se assim o problema dos idosos com graves problemas cardiovasculares e neuromusculares que, há cerca de um mês, lutam com a dispneia e as muletas, para chegarem vivos àquele local.  

Esta opção só foi possível devida à excelente prática de contenção de gastos supérfluos em medicamentos e material de uso clínico, para além da contratação de quem, em concursos públicos, mostrou maiores competências, acabando de vez com as políticas de favorecimento por "cunhas" e dos funcionários que tiraram um qualquer curso como trabalhador estudante.

O "Vai-vem" irá funcionar durante toda a manhã. Prevê-se a sua desactivação quando a Central de Colheitas e algumas Consultas Externas forem deslocadas para fora do Hospital, dando cumprimento à norma 3.77 do Memorando da Troika: Mover alguns serviços ambulatórios dos hospitais para as USF. (2T 2012)

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Prioridades



Manobras evasivas devem ser aquelas em que um doente manhoso, utiliza engenhosamente artifícios ambíguos, para, de modo dúbio, se esquivar, subtilmente, aos últimos lugares da fila.

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Diagnóstico de Diabetes Gestacional



SP: Quem inventou esta Prova de Tolerância à Glicose, devia ser decapitado!
HG: É à base de quê, essa Prova? Se for sob a forma de mousse de chocolate, eu ganho!
SP: Basicamente, bebes açúcar puro, em jejum, e ficas duas horas a ver se não cais para o lado!
HG: Estão a testar-te para o Natal! Podias propor ao colégio da Especialidade de Endocrinologia uma Prova Modificada e mais divertida, à base de tarte de chocolate e natas, pudim Abade de Priscos, fatias douradas, baba de camelo ... . Assim se avaliaria a capacidade das pessoas enfrentarem a vida!
SP: Concordo! E ficávamos duas horas a comer e não a esperar!
HG: Entretanto, como só nos lembrámos disto agora, vais mesmo que terminar essa prova em difíceis condições. Lembra-te que a tua família confia nas tuas capacidades lambonas!
SP: Põe difícil nisso! Neste momento só tento não vomitar para não ter de começar tudo de novo! Obrigada pelo incentivo! No Natal quero prioridade!
HG: Não dá para pedires uma fatia de pão de ló, para molhares na calda?
SP: Não me tortures! O que eu dava agora por qualquer coisa para comer!
HG: Diz à senhora enfermeira: Isto parece o Natal dos Pobres! Trazem a calda e esquecem-se do pão de ló! Mas tens de dizer bem alto, como quem está a falar com alguém que está no fundo da sala!. Em que hospital é que estás? Tanto médico na família e não arranjas uma cunha para te darem um pão?
SP: Estou num Laboratório!!!! Ninguém me safa! Já só falta uma hora e ainda estou de pé!
HG: Força! Não desanimes! Se fosse no Hospital Veterinário, de certeza, que já tinhas uma tigela de ração! Eu trabalhei num e nunca vi tais ofensas aos direitos humanos!

Conversa roubada de um whatsapp

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Certidões de Óbito Electrónicas


Todos gostamos de ser bem tratados.
No local de trabalho, onde passamos mais de metade dos nossos dias, tal adquire grande significado.

Para a minha actividade profissional, no Hospital, abro diariamente o SClínico e sou recebido com indiferença!

Só quando me ligo à capital, para passar uma Certidão de Óbito, é que me dão as boas-vindas!
Obrigado Lisboa!

domingo, 6 de dezembro de 2015

Pós-operatório


Quando se juntam cirurgiões apressados a doentes surdos, é mais que provável surgirem cenas pouco aconselháveis a ouvidos sensíveis. A história tem décadas e foi passada numa enfermaria de cirurgia de um hospital central do Porto, onde o vernáculo tinha honras de erudição.
Uma idosa, meio surda, recuperava de uma cirurgia abdominal. O cirurgião (Dr. C.G.) aproxima-se, seguido do seu séquito, e pergunta-lhe: - “A Sra. tem tido gases?”, e a doente, responde: - Não! Sr. Dr.! Eu cozinho a carvão!
Espantado com a réplica, o Dr. C. G., para não lhe deixar dúvidas, questiona-a, então, em sonora voz: - “A SENHORA PEIDA-SE?”, ao que esta lhe responde no mesmo registo: - “Oh Sr. Dr.!!!! ... Como um cu aberto!”
...
E tudo está bem, quando acaba em bem!

domingo, 22 de novembro de 2015

A Insónia


-Ãaiinnnn! Ãaiinnnn! Ãaiinnnn! Ãaiinnnn! Gemia na cadeira de rodas à entrada do Serviço de Urgência. Atrás, uma jovem gorda, constrangia-se com aquele queixar insistente. Ao lado, um velho magro de barba branca de quinze dias, todo vestido de preto, espreitava para dentro de um consultório, como que a pedir urgência para aquele sofrimento.
O médico interrompe o registo anterior e aceita, de imediato, aquela “pulseira laranja”.
- Faz favor de entrar! Só um acompanhante, por favor! O outro terá de esperar lá fora!
Acertam-se. Fica o chefe do clã e a filha da doente sai para o exterior.
-Sr. Dr.! Dê-lhe um Arpesgic! Sr. Dr.! Que ela está com a dor. Já da outra vez só passou com Arpesgic!
O gemido mantém-se, continuo, envolvido em inquietação. É uma hipertensa medicada também com ansiolíticos. Tem história de frequentes cefaleias com as mesmas características e com forte componente psicossomático. Há suspeita de incumprimento terapêutico e o exame neurológico é normal.
- Vá ali à sala da frente, que a enfermeira vai dar-lhe o Arpesgic e mais um comprimido. Depois vai deitar-se numa maca até melhorar! Pode ir até lá, que eu já falo com a enfermeira!
Confirma-se a efectivação dos cuidados e passa-se ao doente seguinte, que há gente continuamente a chegar.
Uma hora depois, junto à maca da doente, está o chefe clã a segurar-lhe na cabeça e dar-lhe bofetadinhas na face. A filha, assustada, parece não saber o que fazer. A doente, sonolenta, tenta perceber o porquê de a terem assim acordado.
-Oh homem! Deixe a mulher descansar! Porque é que lhe está a dar bofetadas na cara? pergunta o médico.
-Sr. Dr.! Ela estava a ter uma Insónia! Sr. Dr.! Já da outra vez foi igual, também lhe atacou a Insónia. E quando lhe dá a Insónia ela fica quase sem falar!, responde ser interromper os gestos, que já é alvo da atenção de metade daquele corredor.

-Já percebi! Mas deixe-a descansar e dormir um bocadinho, que esse tipo de Insónia não é perigoso e passa se ela dormir. Deixe-a ficar aí quietinha e espere lá fora que é a vez da filha ficar com ela. Está bem?! Eu vou ficar aqui por perto. OK!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Tondela - Benfica


30 de Outubro/2015, à porta do Estádio Municipal de Aveiro, as televisões entrevistam adeptos, em directo.
-Que pensa do jogo?, pergunta o repórter a um paisano do Tondela.
- Vai ser um jogo difícil. Vai ser assim como o ... Elias contra o ...
Golias!

Fiquei esclarecido. Ganhou o Golias 4 a 0.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Dizeres


- Dona Maria! A senhora reside num Lar?
- Não, Sr. Dr.! Eu vivo numa Família de Encolhimento!

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Finalmente!


Iniciou-se, há uma semana, a construção da escada rolante que irá unir a Interface situada no Piso 0 do Centro Comercial Estação-Viana à entrada do Hospital de Santa Luzia de Viana do Castelo.
Há anos que a edilidade e a direcção deste hospital procuram solucionar o problema que esse grande desnível causa aos doentes que, chegando àquele terminal de comboio ou de autocarro, procuram os serviços do hospital.
São os idosos, e particularmente, os cardíacos, os respiratórios e os que sofrem de doenças do foro ortopédico (que actualmente se obrigam a usar o Táxi ou os serviços de vizinhos), o alvo desta intervenção, que muito se deve à recente-nomeação do Dr. Marques Mendes para Presidente do Conselho Consultivo da ULSAM.

Foi dada carta branca ao engenheiro da ULSAM (que rapidamente se reuniu com dois enfermeiros e dois médicos, com a devida assessoria de um desenhador), para planear a obra, que agora se inicia.
As obras provisórias na curva de acesso ao portão principal, são o primeiro passo, pois o orçamento não permite a sua execução de uma assentada.
À semelhança do que acontece, há décadas, dentro das paredes deste hospital, vai-se fazendo o que se pode e com a prata da casa, como já aconteceu com a Consulta Externa e as múltiplas acções efectuadas sobre o Serviço de Urgência, onde se incluiu um Gripanário (de curta duração) no local onde agora está sediada a Cardiologia.

Os menos doentes terão, já a partir do fim do ano, um ligeiro alívio nos últimos metros daquele percurso, já que a construção da totalidade das escadas rolantes só está prevista para quando o Estado pagar a dívida pública à "Troika".

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Empreendedorismo


Financiava a Justiça e dava mais dinheiro que aumentar impostos. Montava-se uma tenda na zona de Fátima (que é central, tem água e logística), e era só esperar as filas.

Falava-se primeiro com a ASAE, para garantir as normas de higiene dos espaços públicos - uma porta para entrada e outra para a saída, corredores lagos e rampas para portadores de deficiência motora. Estabelecia-se um preço para o tomate e para  os ovos, de acordo com o calibre e o estado de maturação. O tomate coração de boi a preço de luxo e oferecia-se o tomatinho-cerejo a quem trouxesse crianças. Não seria permitido trazer material de casa.

Em vez de os meterem na cadeia, expunham-nos no palco para a população lhes manifestar os sentimentos.
Começava-se com o Duarte Lima. A 5 Euros, para chamar clientela, e publicitava-se o Vara, o Loureiro e o Oliveira e Costa a 10 Euros. Quando chegasse a vez do Ricardo Salgado fazia-se um pacote de fim-de-semana para os accionistas. Um "non-stop" a 100 Euros . Havia de ser um sucesso e tanto.

Depois, era uma questão de publicidade. "- Não perca o Isaltino! ... Um saldo! Três tomates por dois euros! Descontos para excursões e famílias numerosas!".

Se oferecêssemos uma percentagem aos Tribunais, dinamizavam-se muitos dos casos que agora prescrevem  e, ao fim de algum tempo, não só diminuíam os oportunistas da política, como também a tensão social, a julgar pelo ódio que se vê nos comentários descarregados na Net.

Com o material acumulado destas últimas décadas, era um negócio das arábias. Até se podiam fazer promessas de acordo com a previsão dos resultados eleitorais. "- Não perca, em Março do próximo ano, os políticos envolvidos no caso dos submarinos! E em Abril, o Catroga a explicar o seu valor no "mercado"  - 45 mil Euros de ordenado + pensão de mais de 9.600 euros! Não perca!"

terça-feira, 1 de abril de 2014

Moda

domingo, 15 de setembro de 2013

Vende-SE


terreno para construção para 4 vivendas germinadas com três fretes cada a 2 minutos da cidade
Metros quadrados: 2000 ; Preço: € 250.000,00 - Negociável
Tipo: Vende-se

Concelho: Viana do Castelo
Freguesia: Meadela

Gosto destes anúncios sem pontos nem vírgulas.
Primeiro porque o preço é “negociável” (que pode ser objecto de permutação ou de transacção comercial), depois porque dá direito a "fretes" a 2 minutos da cidade e à possibilidade de uma "germinação". Isto é: se criarmos condições ambientais favoráveis, podemos fazer "germinar" e em vez de 4 vivendas, obter um prédio de 10 andares - esquerdo/direito. Além disso o terreno é do tipo “Vende-se” e eu gosto de tudo o que seja do tipo “tipo”.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Porta dos Fundos

Não é qualquer grupo que faz videos assim, com actualidade, saber e inteligência.
Neste “Líder de Torcida” a caracterização de um indivíduo que sofre de Mania é tão perfeita que custa a crer que não esteja fundamentada num facto real a que Fabio Porchat tenha assistido de modo a compor o personagem.

neste, - "É pau é pedra”, que foca o problema da auto-imagem e o quanto nos podemos sacrificar por ela, lembrou-me uma minha "cliente" de 14 anos, lindíssima, que sofria com umas sardas de fazer inveja a qualquer uma, incapaz de valorizar a sua diferença.

e, … neste outro - “Juiz” salienta não só a atitude louca das claques de apoio, mas também uma possível visão sobre a terceira equipe em jogo da minoria que a defende.



Ou este ainda que toca o misticismo e os videntes que para aí andam a distrair os aflitos das suas aflições. Parabéns por esta lufada de ar fresco no humor em português.

terça-feira, 13 de agosto de 2013